sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

SUP de Natal na Lagoa- Ho! Ho!




A gente queria dar um passeio de Stand Up pela Lagoa Rodrigo de Freitas, e por coincidência marcamos pro dia da inauguração da árvore.
Bob, Bezinho, Omar e eu.
Aproveitamos pra nos vestir á caráter, gorros e o Omar veio de barba e peruca.
Foi hilário, o Omar foi ovacionado pela multidão ao passar na frente da ávore, eles gritavam: "papai noel magrelo"!
Eu ria tanto que quase cai na água, uma opção não muito agradável.
Aconselho a todos, é bem tranquilo, entramos pelo cais do Vasco, só molhamos os pés, eu fui de havaianas.
Fomos remando até ao lado da árvore, e pouco depois que fomos expulsos dali os fogos explodiram por todos os lados.
Muito bonito de dentro dágua, sem stress!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Stand Up no South Shore Carioca- PLC!

Eu estava esperando estas imagens feitas pelo Bob para dar uma idéia do nível de surf e ondas aos que não foram ao Campeonato PLC, na Macumba.
Prestem atenção na trilha sonora, e descubram nos créditos finais de quem se trata.
Estas imagens são definitivas, as melhores que foram feitas do evento.

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Stand Up no North Shore Baiano



Os baianos são tão apaixonados pelo Hawaii que até a costa acima de Itapoã é chamada de North Shore.
Pois foi lá, na praia de Aleluia, em frente ao 40 Graus, verdadeiro slow food baiano, que aconteceu o Primeiro Campeonato do Circuito Baiano de Stand Up.
Muito legal o espírito da festa, tinha desde o Danilo Couto, big rider radicado no Hawaii, Robertinho Vieira, campeão brasileiro de Kite, até
iniciantes, todos se divertindo muito.
O critério de julgamento é muito legal e acho que deveria ser adotado sempre em SUP, baterias de 4 em que conta só a melhor nota, depois outra bateria diferente também com a melhor nota, somavam as notas e os 4 melhores faziam uma final.
É rápido e divertido, sem ficar aquela coisa chata de virar a bateria.
Não importa muito se vc cair com o melhor cara do circuito ou com um iniciante.
A bateria é contra vc mesmo, qual o máximo que vc consegue naquelas condições.
A final teve um nível que nunca vi no Rio, os caras estão muito bons.
As condições lá são bem diferentes daqui, as ondas quebram bem longe, talvez o dobro da distância da Macumba, são boas, cheias, mas tem muito vento.
Uma coisa que me chamou a atenção é que quase não tem pranchas importadas, só havia uma em todo campeonato.
Na final, 3 das 4 eram baianas, inclusive a do vencedor, o Danilo Couto, que mora no Hawaii.
Por coincidência, quando eu pensei em dar uma caída, fui olhando uma a uma e a que mais me interessou foi a dele, que eu nem sabia de quem era. É uma Stinger swallow 9´3", bico estreito, rabeta bem fina, bem interessante.
Dadas as condições locais, vc precisa de uma prancha um pouco maior pra varar a arrebentação, e bem estável por causa do vento que bate forte o tempo todo.
A prancha importada era grande demais, e estreita demais. Dava pra ver nítidamente que ela prejudicou o surfista na final.

Os próximos eventos são dia 14 de novembro em Itacimirim e dia 12 de dezembro, uma grande remada até Itaparica, se der eu vou, deve ser a maior festa!

Parabéns meus amigos HABAIANOS!

Nas fotos, o clima do evento, a galera, os vencedores e Hupsel, que faz belos remos de madeira.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Nova linha de Stand ups-COMP


Estamos lançando uma nova linha.
AS COMP.
O aumento das provas fez surgir a necessidade de uma prancha específica para o competidor.
Qual a diferença?
Básicamente, ela é uma PERF muito mais leve, mais estreita, e consequentemente, menos confortável.
Em todas as outras linhas, nossa preocupação é com o máximo de performance, sem perder o conforto.
Nesta, abrimos mão do conforto, é MÁXIMA PERFORMANCE!!.
Estamos indo ao limite do peso, tiramos tudo que pode ser tirado.
Elas ficam em torno de 5-6 kgs.
Só pra lembrar, um longboard normal pesa 7 kg.
São pranchas para quem quer competir. E ganhar!
Ai está a 8´6" do Bob.
Óbviamente, não é para o iniciante, nem para quem só tem uma prancha.
O Bob, por exemplo, tem 7.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

brincadeira de criança



Meu novo pet project é desenvolver Stand ups pra crianças.
Vai ser um barato, nas ondinhas do verão, ver os filhos remando junto com seus pais.
E também, é claro, isto vai nos dar muito feed back pras pranchas dos adultos também.
ai está meu test pilot, "Dart Vincent", na prancha do seu pai.
Reparem que ela nem parece tão grande assim pra ele, mas é.
Depois temos a questão de como fazer remos pra eles, qual o tamanho, et
c...
Veja o vídeo.
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Um dia qualquer na Barra

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sábado, 1 de agosto de 2009

Os diferentes tipos de laminação


Existem várias maneiras de laminar as pranchas, cada uma com seus prós e contras:

Laminação Epoxy manual
A maneira mais tradicional é a laminação manual, a prancha é shapeada em Isopor, depois laminada com várias camadas de fibra de vidro e resina epoxy.
vantagens: é mais leve, tem mais possibilidades de pintura, a prancha fica individualizada.
desvantagens: a prancha não fica tão forte quanto em alguns dos métodos seguintes.

Laminação em molde
Depois, temos a laminação epoxy em molde.
A prancha é laminada como um ovo de páscoa, várias camadas de fibra contra a parede do molde, um enchimento de isopor é colocado no meio, sem longarina.
As duas metades do molde são fechadas sob pressão, sendo unidas pelas bordas.
Depois estas bordas são reforçadas porque estes pontos de união podem ficar mais frágeis.
Estas pranchas são lixadas, emassadas e pintadas, da mesma maneira que um automóvel.
vantagens: um enorme ganho de produção, as pranchas saem em linha de montagem.
Tem fábrica na China fazendo 200 por dia, o que barateia muito os custos.
Esta técnica, quando bem feita, deixa as pranchas fortes. quando não tão bem feitas, deixa as bordas fracas, no ponto de união das camadas.

desvantagens: as pranchas são mais pesadas, devido ao excesso de resina e fibra, e certos detalhes importantes, como edges, não podem ser feitos. As quinas ficam arredondadas.
Os moldes são caros e limitados, existem poucas opções de tamanho e volume.
Os shapes são engessados.

Sandwich
Existe uma variação do molde, que é o sandwich, quando cada lado do molde é laminado com uma camada de PVC prensada entre duas camadas de fibra de vidro, fazendo com que esta nova superfície seja muito resistente.

vantagem: muito forte e as pranchas ficam mais leves, utilizado menos resina e fibra.
desvantagem: o custo aumenta muito, e também os mesmos problemas dos moldes, das pinturas, etc

Wood Veneer
Finalmente, o wood veneer, que é parecido com o sandwich, na verdade é um sandwich sem que haja molde.
sobre um bloco shapeado são aplicadas duas camadas de fibra de vidro separadas por uma camada de laminado de madeira bem fina, que tem muita fibra, fazendo a prancha muito resistente e leve.
Como a madeira é flexível, ela adere ao bloco sem necessidade de molde.
vantagem: extrema resistencia, muito leve.
Desvantagem: só o custo, e a pintura que tem que ser feita por cima da laminação, como nas pranchas feitas em moldes, ou deixar a madeira aparente.
Esta técnica é usada na Fábrica Cobra, da Tailandia, onde são feitas as pranchas Naish e Starboard, e quase todas as pranchas de wind surf de ponta.

Esta é a técnica que estamos desenvolvendo em pranchas especiais, sob encomenda.
Optamos por deixar a madeira aparente e usar vácuo para retirar o excesso de resina e dar pressão ao laminado.
Reforçamos as bordas, asssim as pranchas atingem extrema resistência sem sacrificar o pêso.
É uma prancha mais cara, mas quase indestrutível, com garantia total por 1 ano.